Em meio às duas investigações das quais é alvo, uma sobre recebimento de propina da Odebrecht e outra sobre beneficiar empresas do setor de portos, o presidente Michel Temer evita falar sobre reeleição, mas prefere dizer que é “candidato a entregar um país melhor a meu sucesso”. Em entrevista para o jornal chileno La Tercera, o presidente quis amenizar as crises politicas do seu governo e justificar a intervenção militar no Rio.

Temer afirmou que a intervenção federal no Rio de Janeiro não tem objetivos políticos e criticou os que são contra a proposta do governo. “Estão tentando confundir a intervenção civil na segurança com o militarismo e o autoritarismo, atraindo também as tristes lembranças do passado. É uma comparação inoportuna”, explicou o presidente.

Sobre as eleições, o presidente diz que elas vão mostrar que os brasileiros aprenderam com a crise e assim vão evitar candidatos que tenham programas populistas. “Penso que a crise fez com que os brasileiros amadurecessem e não vamos querer voltar atrás”, afirmou Temer.

Já sobre o ex-presidente Lula, Temer comentou sobre a sua situação jurídica e defende que todos possam ser candidatos. “Eu gostaria que todos pudessem exercer o direito político de ser julgado nas urnas pelo povo. No entanto, temos leis e às vezes isso impõe restrições e gera controvérsias”, concluiu Temer. (Foto/divulgação)

Fonte: Diário de Pernambuco

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